sexta-feira, 15 de setembro de 2017

UMA AUDIÇÃO E INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO DE SURDOS.
Por: Jorge da Costa Gomes RU 1325580
Polo: São Luís - MA
Data: 14/09/2017

 
Fonte: prodeaf.net
Já no início das aulas no período de 2017, identificou-se no ato das matrículas que a Escola Recanto do Aprender, teria o privilégio de receber alunos como deficiência auditiva assim como um intérprete de libras que auxiliara, deu-se partida a uma busca por um ferramenta que desse aos novos alunos e aos que não apresentasse tais deficiências e nenhuma outra, uma forma de interação entre todos, pois segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação as escolas devem ter tal prepara para receber alunos como deficiências.
Sendo assim no principio das aulas o professor Henrique Martins Gomes da matéria de português do 6º ano, dos anos finais do ensino fundamenta, apresenta aos alunos com faixa etária entre 11 a 13 anos, o aplicativo ProDeaf Tradutor para uma  aula de produção de texto propiciando aos alunos uma relação e apresenta um pouco de como é o mundo dos surdos, afim também de obter entre os discentes a aquisição do conhecimento que ali será proposto.
A proposta e que todos os alunos montem grupos, depois que o docente apresente o que é um texto e sua estrutura. Estes alunos ou cada um do grupo ira baixar o aplicativo (app) ProDeaf Tradutor que traduz frase e palavras  da Língua Portuguesa  para a língua Brasileira de sinais (Libras) e vice-versa. Como o aplicativo baixado faz-se o preparo dos alunos de como devem manusear esta ferramenta.
 Os alunos que ali estavam iram produzir uma texto literário em grupo, seguindo as propostas já apresentadas como tempo, espaço, personagens etc. objetivando o uso do app, cada um, como não tem tal domínio da linguagem portuguesa e nem de libras totalmente iram interagir para escrever o texto por meio deste aplicativo.

Na contemporaneidade o uso da tecnologia é de tal importância, pois proporciona a todos, forma de interação e inclusão como no caso citado acima, vimos que tecnologia e inclusão podem andar juntas erradicando a exclusão e a desigualdade, pois não são padrões criados pela sociedade separatistas entre quem é perfeito e quem não é que iram ditar dentro das escolas como se produzir uma sociedade.
A escola lar de todos tem não somente a função de ensinar determinados conteúdos mais de tornar um mundo igual não na forma de pensar mais na forma de agir ajudando e incluindo todos em uma sociedade global.
Refletir sobre tecnologia e inclusão de muitos é uma tarefa difícil que exige preparo dos educadores, porque indivíduos que apresentam deficiências motoras, intelectuais dentre outras não são impedidos de realizar determinadas tarefas mais é clara que necessitam de ferramentas que somente a tecnologia pode proporcionar.


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Inclusão tecnológica nas escolas para crianças com síndrome de down.


INCLUSÃO NAS ESCOLAS PARA CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN

Por Joyce Kelly Campos Santos Furtado, RU 1831716
Polo – PAP São Luís / MA
Data 10/09/2017

 












A tecnologia está cada vez mais nas escolas, especialmente quando se fala de inclusão para crianças especiais.
Foi visto que a tecnologia tem tido um grande avanço na educação dessas crianças com síndrome de down, pois todas elas possuem déficit de atenção. Assim tem dificuldade de concentração.
Muitas pessoas pensam que síndrome de down é doença. Mas é somente uma alteração genética dos cromossomos 21, por isso essas crianças possuem características marcantes em sua face, mãos e pés.

Escolas públicas e particulares, governos municipais, estaduais e federal, devem unir-se para abraçar essa causa. Não somente para crianças com síndrome de down, mas para todos os tipos de deficiências e dificuldades que nossas crianças e jovens possuem para alfabetizar-se na primeira fase da educação infantil, letramento e alfabetização. Tecnologia na didática dessas crianças, na estrutura das escolas na acessibilidade de todos e capacitando profissionais das escolas. Não somente professores, mas profissionais da limpeza, monitores e todos que fazem parte do corpo de profissionais da escola.
Existe hoje em dia aplicativos para tablets, que escolas utilizam como ferramenta pedagógica em suas aulas interativas, para crianças adquirirem conhecimento na alfabetização, conhecendo letras, números, métodos de trabalhar a coordenação motora. Facilita o aprendizado da criança, sem pautar que chama a atenção dos pequenos durante o aprendizado, facilitando assim também o profissional em educação. Pois crianças com síndrome de down assimilam com muita facilidade dando resultados positivos, contudo é possível que elas precisem de ajuda e apoio adicionais. Trabalhar em grupo com essas crianças para conseguir por em  prática a declaração Salamanca (pag 5) que diz: “O principio fundamental da escola inclusiva é o de que todas as crianças devem aprender juntas, sempre que possível, independentemente de quaisquer dificuldades ou diferenças que elas possam ter.”




Existe uma escola CRIANÇA SONHANDO E APRENDENDO, que em uma de suas turmas do ensino infantil tem duas crianças com síndrome de douwn. A professora Marta do Infantil I, em uma de suas aulas interativas, após a aula em sala de aula, foi aos tablets para acessar o aplicativo PLAY KIDS. Que ira ajudar no ensino das vogais e alfabeto, numerais, coordenação motora entre outros. Assim a professora conseguiu fazer com que as duas crianças ficassem concentradas em sua aula os incluindo juntos com os coleguinhas de classe. Esse aplicativo está disponível para todos os aparelhos eletrônicos como celulares, tablets e computadores.










“Inclusão é perceber que todos somos diferentes e é muito mais que respeito ás diferenças é uma questão de cidadania, é buscar um mundo social inspirado na diversidade...” O ato de incluir é o professor, a escola rever práticas, conteúdos e material especifico para que o aluno SD possa ter condições de participar da aula “dentro de suas limitações e potencialidades”.


O CLOSED CAPTION AUXILIANDO NA INCLUSÃO DE ALUNOS SURDOS Por WELLINGTON MOREIRA PEREIRA – RU 1741455 Polo SÃO LUÍS-MA Em 15/09/2017 ...