terça-feira, 12 de setembro de 2017

A RELEVÂNCIA DA IGREJA NO CUIDADO DE CRIANÇAS EM CONDIÇÕES DE VULNERABILIDADE



A RELEVÂNCIA DA IGREJA NO CUIDADO DE CRIANÇAS EM CONDIÇÕES DE VULNERABILIDADE
Por Fábio Costa Rodrigues, RU: 1185946
Polo – São Luís-MA
Data 10/09/2017







 


  
Fonte: http://www.oliberdade.com.br/geral/adocao-no-brasil-e-um-problema-de-descriminacao
No dia 6 de setembro de 2017, foi realizada visita junto à Instituição Casa do Bairro, localizada na Rua da Palma, nº 97, Bairro do Desterro, São Luís, Maranhão, a qual está vinculada à SEMCAS, Secretaria Municipal da Criança e Assistência Social, Órgão responsável pelo acompanhamento de crianças e adolescentes em condições de vulnerabilidade em São Luís-MA.

O papel dessa Instituição tem sido o de afastar das ruas e das drogas essas crianças e adolescentes, oriundas de famílias totalmente desestruturadas e mergulhadas no tráfico de drogas, prostituição e violência doméstica.

A faixa etária dessas crianças e adolescentes está entre 03 a 16 anos de idade, totalizando 48 inscritos no programa, sendo que os adolescentes entre 13 a 16 anos frequentam a Instituição pela manhã e vão para escola à tarde.

O SEMCAS além de acolher essas crianças e adolescentes, desenvolve também o SCFV, Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, nos horários de 8 às 12 h e das 13 às 17 h, de segunda a quinta-feira, sendo as sextas-feiras reservadas para planejamento.

Um Oficineiro, dois Orientadores, um Músico e um Capoeirista desenvolvem diversas atividades de interação com essas crianças e adolescentes, possibilitando-as a recuperação da autoestima diante das dificuldades enfrentadas em suas casas, afastando-as do perigoso das ruas e do uso de drogas.

A visita foi realizada no horário das 09 às 10:30 h, com a prática de uma dinâmica e leitura da Bíblia.


Percebeu-se nessa experiência a necessidade de uma igreja mais atuante no cumprimento do seu papel em observância a importância que Jesus Cristo deu a todas as pessoas, o que inclui também as crianças, as quais necessitam de cuidados em todos os sentidos, por serem mais frágeis e totalmente dependentes do aprendizado para uma formação saudável.

A igreja, a qual representa o corpo de Cristo, precisa compreender a importância da criança em seus aspectos mais profundos, pois é nela que teremos, inevitavelmente, o reflexo de uma geração corrompida ou não, violenta ou não, responsável ou não, com autoestima elevada ou não, autoconfiante ou não, estruturadora da família ou não, ou seja, uma pessoa saudável ou não, que possa contribuir ou não para um convívio melhor ou não na sociedade.

A igreja, portanto, não pode apartar-se de exercer o cuidado constante com as crianças, pois foi exemplificando nelas que Jesus Cristo ensinou como os discípulos deveriam se comportar:
“Naquela mesma hora chegaram os discípulos ao pé de Jesus, dizendo: Quem é o maior no reino dos céus? E Jesus, chamando um menino, o pôs no meio deles, E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus. Portanto, aquele que se tornar humilde como este menino, esse é o maior no reino dos céus” (BÍBLIA, Mateus 18:1-4).
 

A TECNOLOGIA COMO FACILITADORA DA COMUNICAÇÃO DO INDIVÍVUO AUTISTA

A TECNOLOGIA COMO FACILITADORA DA COMUNICAÇÃO DO INDIVÍVUO AUTISTA
Por: Euzilene Machado Sousa, RU: 1020743
Polo – PAP São Luís
Data: 08/09/2017


https://itunes.apple.com/us/app/sono-flex-lite-bp/id562582441?mt=8

“O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é transtorno do neurodesenvolvimento infantil caracterizado por dificuldades na interação social, comunicação, comportamentos repetitivos e interesses restritos, podendo apresentar também sensibilidades sensoriais”, esclarece Maria Alice Fontes (Diretora da Clínica Plenamente, Psicóloga formada pela PUC-SP) em seu artigo Transtorno do Espectro Autista (TEA).
De acordo com estudos e pesquisas sabe-se também, que este tipo de transtorno é mais comum em meninos do que em meninas e afeta cerca de um a cada 100 pessoas.
Ainda no mesmo artigo, a doutora esclarece que ”pessoas com um TEA, invariavelmente, têm de uma forma ou de outra, dificuldades de comunicação. Há algumas pessoas com ASD - desordens do espectro autista (ASD em inglês) - que falam fluentemente, outros podem ter alteração da fala em diferentes graus, alguns poucos podem ainda serem incapazes de falar normalmente. Dentre os que conseguem falar, sua linguagem pode ser limitada ou incomum”.
E foi após estudos desses casos de necessidades especiais, que professores de uma escola de rede regular de ensino em São Luís - MA desenvolveram o aplicativo “Tobii Sono Flex” capaz de facilitar a comunicação de alunos autistas na escola com seus colegas de turma e com a professora e também em casa com seus familiares.
O “Tobii Sono Flex – é disponível para iPad, iPhone e tablets com sistema operacional Android. Viabiliza uma comunicação alternativa para crianças com autismo que não têm domínio da comunicação verbal. O aplicativo transforma símbolos em falas emitidas com clareza. Os pais, o/a professor(a) ou  algum outro responsável pela pessoa com autismo encontrarão no aplicativo um conjunto de símbolos – o aplicativo contém símbolos, frases e expressões de contexto já estruturadas. Após conhecerem juntos os símbolos existentes ou criarem símbolos novos para situações específicas ou necessidades individuais, cada símbolo ou cada vocabulário de contexto, quando for selecionado e tocado, emitirá uma fala que expressará então os desejos e interesses da pessoa com autismo, podendo ser manuseado por ela enquanto instrumento de expressão e comunicação. Ou seja, ao clicar nos símbolos, o aplicativo faz com que o celular “fale” a palavra ou frase relacionada ao que se deseja comunicar”, explicam os criadores.
Esse aplicativo pode ser utilizado tanto para o aprendizado escolar quanto para o desenvolvimento do aluno autista. Com o uso desta ferramenta, que vem personalizada com palavras e figuras ilustrativas mostrando as tarefas a serem cumpridas ou a rotina do dia a dia que o aluno deve seguir na escola e em casa, a criança poderá se comunicar apontando ou arrastando o dedo na tela para procurar e mostrar aquilo que deseja fazer ou a professora, no momento das tarefas, vai orientá-lo a como realizar cada uma delas e isso pode ser aprimorado em casa com a ajuda de sua família.
Os professores da escola onde foi desenvolvido o aplicativo ficaram confiantes com os resultados, pois tem um aluno da turma do primeiro ano do ensino fundamental, que tinha muita dificuldade e hoje já consegue se expressar melhor e fala algumas palavras que a professora e os colegas da turma compreendem.


segunda-feira, 11 de setembro de 2017

O USO DA TECNOLOGIA COMO RECURSO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA


O USO DA TECNOLOGIA COMO RECURSO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Por: Camila Rodrigues RU:1776459
Polo: PAP - São Luís
Data: 11/09/2017
                                                         


Como estamos no mês de setembro ,mês "verde", em alusão a inclusão, a escola Maranata resolveu abri as portas no intuito de mostrar que é possível incluir alunos com diversas deficiências, entre essas ,foi posta em destaque o ensino da língua portuguesa através da leitura para deficientes visuais. A professora adotou o projeto MECDAISY, elaborado pelo MEC em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro, pois percebe -se que ao decorrer do tempo a pessoa portadora de necessidades especiais tem se apresentado de diferentes formas ,sendo que na maioria das vezes, eram tratadas de maneira separada ou complementar ao ensino e em centro de reabilitação. Sabe -se que no Brasil, começaram a surgir escolas especializadas para atender as demandas desse percentual da população só a partir da segunda metade do Séc. XIX. Como exemplo ,temos o Instituo Benjamin Constant( 1854) que é voltado para o atendimento deficientes auditivos e visuais e as APAE que é uma associação de pais e amigos de excepcionais( 1954) onde são realizadas atividades de vida diária. Em decorrência dessa visão discriminatória e segregada, a inclusão desses alunos e escolas regulares, isso no final do sec.XIX, não foi dada a devida atenção nas mudanças na organização das escolas regulares afim de que pudessem receber esse tipo de alunado, como adaptação física e predial e nem houve revisão de projetos pedagógicos ou adaptação curricular e ou estratégias de ensino que contemplem as especificidades e formas de aprendizagem desses seres cognoscentes. Segundo o PNE-  plano nacional de educação, é considerado como o público alvo da educação inclusiva, os alunos com deficiência intelectual, física, auditiva, visual e múltipla, alunos com transtornos global do desenvolvimento e altas habilidades. Desta forma, foi estabelecido a educação especial como modalidade de ensino    que passa por todos os segmentos da escolarização, realizando o atendimento educacional especializado, disponibilizando serviços e recursos próprios além de orientar alunos e professores quanto a sua utilização no ensino regular. Sendo assim, o aluno tem direito de receber apoio de caráter especializado e recursos diferenciados como ensino de linguagens e códigos de comunicação e sinalização para os deficientes auditivos e visuais; atividades voltadas para o desenvolvimento de estratégias de pensamentos para os deficientes intelectuais ,adaptação de material e ambiente físico para os deficientes fisicos,ampliação de recursos ou conteúdo para os que possuem transtorno global e altas habilidades .Diante do exposto acima, foi desenvolvido este software que permite a leitura e audição de livros no formato  DAISY (DIGITAL ACESSIBLE INFORMATION SYSTEM)  este que é um padrão de digitalização de documentos utilizado para produção de livros acessíveis.O fundo nacional de desenvolvimento da educação exigiu, a partir de 2011, que os livros aprovados nos editais fossem entregues também no formato para serem lidos em mec. Daysi.

                                   

POR QUE UTILIZAR O MACDAISY: Este software permite a navegação facilitada pelos livros e maior interação no momento da leitura, ao contrário dos áudio -books, possibilitando a localização de termos e palavras, a navegação ágil pelo índice do livro, inclusão de notas e tudo isso através de orientações verbalizadas pelo próprio sistema.
 O formato DAISY é um formato livre, qualquer pessoa pode utilizar sem necessariamente pagar taxa de licença ou direitos autorais. Além disso, o mecdaisy faz a leitura dos livros através de uma voz digital sendo assim desnecessário a gravação de frases em estúdio e pagamento de direitos de utilização de voz;
 Os livros didáticos também podem ser convertidos para o formato Daisy, porém, como em qualquer livro acessível, devem ser incluídos legendas e descritivos nos materiais gráficos (tabelas, fotografias, mapas, gráficos) para possibilitar a compreensão do ouvinte. Da mesma forma, os livros ilustrados devem ter suas ilustrações descritas de forma detalhada para permitir ao leitor “enxergá-las” através das palavras.
A SA Comunicação Digital realiza todo o trabalho de conversão de livros em formato Daisy, cumprindo todas as exigências do FNDE, para que sua editora se preocupe apenas na editoração dos livros impresso. Este software vem sendo utilizado no ensino fundamental médio e superior.
O Lado ruim e que nem todas as escolas estão equipadas com laboratório de informática ou o alunado não possuem ferramenta tecnológica e nem todos celulares ou tablets são compatíveis ao software.
Com isso a escola Maranata aderiu ao projeto  e fez de seu laboratório de informática o cantinho da leitura para todos os alunos considerados especiais de uma forma inclusiva ou seja tanto alunos típicos como atípicos ficam nesse espaço no dia leitura . E na sala de aula não é diferente, faz se o uso de tabletes durante a leitura dos conteúdos e as provas saem em braile para os deficientes visuais. A professora de língua portuguesa utiliza a hora do conto com o software trabalhando a interpretação de texto com seus alunos do ensino fundamental, médio e EJA.


                                 






                               

 TECNOLOGIA A SERVIÇO A INCLUSÃO.

Por (Miqueane Sousa Do Espirito Santo, RU 1753063  / Raimara Marques Araújo;RU 1753018).
Polo – PAP – SÃO LUIS/ MA
Data (05/09/2017

Fonte: http://www.aplicativoseducativos.com.br/wp-content/uploads/2015/03/alfa-legal1.jpg

A UTILIZAÇÃO DO APLICATIVO ALFA + LEGAL PROMOVE BENEFÍCIOS NA PRÁTICA DA ALFABETIZAÇÃO DA ESCOLA SABER MAIS
Professoras que lecionam na etapa de alfabetização da escola Saber Mais, a qual está situada na rua Gardênia R. Gonçalves nº 17 João de Deus, utilizam o aplicativo Alfa + legal criado por Raimundo Alder Guimarães. Graduado em tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas- UEA.
 Essa prática de ensino e aprendizagem, objetiva o desenvolvimento dos alunos de maneira significativa, uma vez que na utilização do mesmo, os alunos sentem prazer em desenvolver a habilidade da leitura e escrita, de forma lúdica.
  O aplicativo é em formato de jogo, onde a criança deve avançar as etapas, associando a imagem  e primeira letra à escrita, tendo que clicar  na palavra correta. Essa prática consiste através de jogo da memória, caça-palavras e jogos que é necessário completar a palavra. Desse modo será desenvolvido o processo cognitivo ( atenção, percepção e memória),terá disposição em observar o jogo e aprenderá brincando. 


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgRNO3ryr7LTriegqxNABEqO0oHUkXsTAJeXMEewjyo6o6af0CPKNlOO3NHyabYqkKmbopaewjCHq6hAnL9pssbpQalmjhDYN1KzgYfG7r4nex46jBpV4sn2I8TpoTmbTAPcbWRJg0AP2c/s1600/caca_palavra.png


O referido aplicativo possibilita as crianças a participarem, tanto as que já tem o domínio da leitura quanto as que estão no processo de alfabetização, estimulando assim, curiosidade até das crianças especias,considerando suas especificidades. Sendo assim, desenvolver os pontos fortes de cada criança, criando oportunidades em se socializarem e aprenderem.
O processo de alfabetização é crucial para os nossos alunos e ajudará no desenvolvimento da leitura e reconhecimento dos objetos. Com ajuda do projeto ALFA+LEGAL buscamos aprimorar e alcançar as competências para alfabetização definidas pelo Ministério da Educação. Ele promove a interação das crianças, facilitando e agindo na inclusão dentro e fora de sala de aula, possibilitando a troca de experiências entre as mesmas.




https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi5HTjMCbrx-nLggAz_ygEOgOycBHFvBYgBT3DZ_5O4LG-jkk2a5Voh2gnHYGbsPiDHRaLlCCjjodVxD27cT2oDXPz_8bgD5N2eFPGVLs-WOuKzvhH9NzDOVdTK5l6HQASUoOM4bAZ2t6_q/s1600/atividade+alfa+dinamica.png

A LUDOPEDAGOGIA A SERVIÇO DA INCLUSÃO

                               

 TECNOLOGIA A SERVIÇO A INCLUSÃO.

Por (Miqueane Sousa Do Espirito Santo, RU 1753063  / Raimara Marques Araújo;RU 1753018).
Polo – PAP – SÃO LUIS/ MA
Data (05/09/2017

Fonte: http://www.aplicativoseducativos.com.br/wp-content/uploads/2015/03/alfa-legal1.jpg

A UTILIZAÇÃO DO APLICATIVO ALFA + LEGAL PROMOVE BENEFÍCIOS NA PRÁTICA DA ALFABETIZAÇÃO DA ESCOLA SABER MAIS
Professoras que lecionam na etapa de alfabetização da escola Saber Mais, a qual está situada na rua Gardênia R. Gonçalves nº 17 João de Deus, utilizam o aplicativo Alfa + legal criado por Raimundo Alder Guimarães. Graduado em tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas- UEA.
 Essa prática de ensino e aprendizagem, objetiva o desenvolvimento dos alunos de maneira significativa, uma vez que na utilização do mesmo, os alunos sentem prazer em desenvolver a habilidade da leitura e escrita, de forma lúdica.
  O aplicativo é em formato de jogo, onde a criança deve avançar as etapas, associando a imagem  e primeira letra à escrita, tendo que clicar  na palavra correta. Essa prática consiste através de jogo da memória, caça-palavras e jogos que é necessário completar a palavra. Desse modo será desenvolvido o processo cognitivo ( atenção, percepção e memória),terá disposição em observar o jogo e aprenderá brincando. 


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgRNO3ryr7LTriegqxNABEqO0oHUkXsTAJeXMEewjyo6o6af0CPKNlOO3NHyabYqkKmbopaewjCHq6hAnL9pssbpQalmjhDYN1KzgYfG7r4nex46jBpV4sn2I8TpoTmbTAPcbWRJg0AP2c/s1600/caca_palavra.png


O referido aplicativo possibilita as crianças a participarem, tanto as que já tem o domínio da leitura quanto as que estão no processo de alfabetização, estimulando assim, curiosidade até das crianças especias,considerando suas especificidades. Sendo assim, desenvolver os pontos fortes de cada criança, criando oportunidades em se socializarem e aprenderem.
O processo de alfabetização é crucial para os nossos alunos e ajudará no desenvolvimento da leitura e reconhecimento dos objetos. Com ajuda do projeto ALFA+LEGAL buscamos aprimorar e alcançar as competências para alfabetização definidas pelo Ministério da Educação. Ele promove a interação das crianças, facilitando e agindo na inclusão dentro e fora de sala de aula, possibilitando a troca de experiências entre as mesmas.



https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi5HTjMCbrx-nLggAz_ygEOgOycBHFvBYgBT3DZ_5O4LG-jkk2a5Voh2gnHYGbsPiDHRaLlCCjjodVxD27cT2oDXPz_8bgD5N2eFPGVLs-WOuKzvhH9NzDOVdTK5l6HQASUoOM4bAZ2t6_q/s1600/atividade+alfa+dinamica.png

Tecnologia+Amor=Livox


TECNOLOGIA+ AMOR=LIVOX

POR-(NILCILENE FERREIRA MENDES RU-1146569)

POLO- PAP SÃO LUIS

DATA- 11-09-2017

 

  A dificuldade de  se comunicar irrita muita gente. Apesar de tantos avanços tecnológicos, muitas vezes nos sentimos ilhados, a operadora de telefonia não oferece um bom sinal, a bateria do celular acaba, o telefone de casa fica mudo e você não pode nem mandar um e-mail porque está sem internet. Tudo isso é motivo para tirar a paciência de alguém. Agora imagine as pessoas que por uma um doença ou por uma sequela de um acidente, por exemplo, não conseguem se expressar plenamente. Pensando nestas dificuldades, o analista de sistemas Carlos Pereira desenvolveu o Livox, um aplicativo para tablets que permite às pessoas com deficiência se comunicarem. O app está disponível para aparelhos com sistema operacional Android e, em breve, será liberado para quem tem IPad. Além disso, o software está sendo atualizado para aqueles que só poderão operá-lo através dos olhos.

 
A comunicação através do Livox, primeiro programa de comunicação alternativa para tablets em português do mundo, acontece a partir de toques em imagens apresentadas na tela do tablet. O app foi desenvolvido por Carlos após ele perceber o quão trabalhoso era para a filha dele, que nasceu com paralisia cerebral, se expressar a através de um fichário cheio de imagens. Era preciso passar página por página e mostrar várias fotos ou desenhos para que Clara, hoje com 5 anos, conseguisse dizer o que queria. “A experiência com a tecnologia inclusiva começou com um celular, onde ela respondia nossas perguntas na tela com simples 'sim' ou 'não'”.

Com o desenvolvimento e o uso de novas tecnologias hoje o Livox , apresenta tela em  quadrinhos com informações sobre necessidades, emoções, o que comer, brincar ou até mesmo iniciar a exibição de vídeos ou filmes. É só clicar nos desenhos ou nas fotos que o app “fala” pelo usuário. “O Livox já vem com 12 mil imagens e ainda permite a inclusão de mais. Isso é possível através da câmera do próprio tablet ou da inserção de quaisquer outros itens”, conta Carlos.

Além disso, o aplicativo é intuitivo e pode ser alterado para suprir melhor as necessidades de quem usa. “É possível determinar a quantidade de quadrinhos apresentados na tela”, diz Carlos. O app também leva em consideração as possibilidades de toque dos usuários. O clique na tela do tablet pode ser com os dedos, com uma mão fechada ou através de um dispositivo chamado de acionador. Vai depender das possibilidades do usuário
O Livox é indicado para pessoas com paralisia cerebral, autismo, esclerose, sequelas de acidente vascular cerebral (AVC), por exemplo. O app também pode ser usado por pessoas temporariamente impossibilitadas de falar, como quem foi submetido a uma traqueostomia, em que a respiração é feita a parti de um orifício feito na traqueia. Assim, o software não fica restrito ao lar do usuário, podendo ser usado também em escolas e hospitais sem limites de idade.

Por isso, para atingir um maior número de pessoas, Carlos, com consultoria de fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais, desenvolveu o app para o sistema operacional Android. Desta forma, conseguir comprar um tablet fica menos difícil, já que a plataforma criada pelo Google está disponível em dispositivos mais baratos. Ainda assim, o Livox terá uma versão para iOS, sistema operacional encontrado no iPad, da Apple.

 Além da nova versão para o tablet mais famoso do mundo, Carlos trabalha em dois novos Livox. Um especialmente para aqueles que se comunicam através do piscar dos olhos e uma atualização para a versão já disponível, que levará em consideração o contexto do usuário. “Serão usadas informações como horário. Está na escola? Serão apresentados primeiramente quadrinhos com atividades específicas”, diz Carlos.
Na escola renascer kids, localizada na estrada de Ribamar a professora da turma Carla tem uma aluna chamada Alice que tem paralisia cerebral, foi a mãe de Alice que informou a professora que a mesma podia se comunicar diretamente com a aluna que ela  seria capaz de responder suas perguntas através do aplicativo, a professora de Alice ficou encantada com a inovação, foi logo pesquisar tudo sobre o tal aplicativo e informar os colegas de classe como eles podiam se comunicar com a colega, todos ficaram curiosos e felizes.


TECNOLOGIA A SERVIÇO A INCLUSÃO.
Por (Miqueane Sousa Do Espirito Santo, RU 1753063  / 
Polo – PAP – SÃO LUIS/ MA
Data (05/09/2017)








Fonte: http://wp.radioshiga.com/wp-content/uploads/2015/11/autismo-1024.jpg

O aplicativo ABC Autismo  auxilia muitas crianças e adolescentes autistas com dificuldade no processo de aprendizagem. A ferramenta desenvolvida por pesquisadores do Instituto Federal de Alagoas (Ifal).
O aplicativo adota as premissas do programa Tratamento e Educação para Autistas e Crianças com Déficits relacionados com a Comunicação (Teacch), criado em 1964, na Universidade da Carolina do Norte (EUA), por ele ser um programa mundialmente utilizado para auxiliar no processo de alfabetização de crianças com o transtorno de desenvolvimento.
Coordenadora do projeto que desenvolveu o aplicativo, Mônica Ximenes explicou que a estrutura do ABC Autismo é baseada em quatro níveis de dificuldade, assim como o programa Teacch. “Os dois primeiros níveis são com habilidades concretas, mas como a gente não podia transpor essas atividades concretas para um aplicativo, a gente pegou atividades dos níveis 3 e 4 do Teacch e transformou em quatro níveis de complexidade no aplicativo.” visam de uma forma adaptada ensinar noções básicas relacionadas à alfabetização.
O programa TEACCH trabalha essencialmente com a estruturação do tempo, atividades, materiais e ambientes utilizados pela criança visando compensar os déficits característicos do espectro do autismo e proporcionar ganhos significativos para o convívio social.
 As atividades propostas pelo programa acompanham o nível de desenvolvimento da cada criança autista, devendo ser executadas mediante a transposição de elementos do lado esquerdo, denominado área de armazenamento, para o lado direito da tela, denominado área de execução. O programa também recomenda que cada atividade da sequência seja repetida com a criança até que ela internalize efetivamente as características que a mesma trabalha.
 A escola Invictus Educacional de São Luís do Maranhão adaptou o processo de ensino por meio da confecção de atividades manuais de acordo com o nível cognitivo de cada indivíduo, de forma alinhada com o que propõe o Programa TEACCH, acaba por exigir esforços significativos relacionados aos custos envolvidos com a aquisição, adaptação de materiais para criação das tarefas, além do tempo dedicado ao processo que poderia ser mais bem aproveitado para o acompanhamento do tratamento na escola, tendo mais o foco a ser trabalho com eles a matéria de linguagem na educação infantil, onde possam se tornar independente para que se comunique e tenha uma vida social como as outras crianças da mesma idade.
O aplicativo é utilizado no sistema android nos idiomas inglês, português e espanhol, ele é uma ferramenta que pode ajudar o ensino de crianças sem exceção.
É uma ferramenta que juntamente com outros materiais utilizado pelo professor de forma lúdica para que a criança aprenda com facilidade sendo aquelas crianças que tenha ou não o autismo nas seguintes faixas etárias de 4 a 5 anos de idade.
Os objetivos assim atingidos com o aplicativo é fazer com a criança se sinta inclusa na escola e na sociedade fazer com os pais possam também entender as necessidades especificas do seu filho com deficiência, nesse processo inovador de trabalhar com as crianças fazem com que o não autista entenda e compreendam as dificuldades do próximo igualmente dando atenção necessária para aqueles que precisam.
Cientes de que a tecnologia tem se mostrado benéfica em muitos setores, inclusive na saúde e educação, uma vez que propicia a automatização de diversas tarefas e facilita a contabilização de resultados provenientes dos tratamentos, acredita-se que a utilização de recursos computacionais venha a gerar impactos positivos no tratamento das pessoas com autismo, uma vez que ela possui caráter cada vez mais ubíquo no dia-a-dia da sociedade.
Com isso as vantagens desse aplicativo que proporciona a escrita oral, ajuda eles se expressarem e associarem imagem ao seu nome de origem, coordenação motora, forma geométricas trabalhando também as vogais, alfabeto e as silabas mais o aplicativo ainda não foi avançado além dos 4 níveis entre outras matérias entre imagens de atividades cotidianas que eles queiram realizar.
Desde modo surgiu o aplicativo móvel ABC Autismo, que automatiza o processo de elaboração de atividades educacionais, utilizando as premissas do Programa TEACCH, com interfaces amigáveis e autoexplicativas, como requer uma ferramenta para este público alvo. Para inserção dele na sociedade assim não inclusiva.

“Autismo é apenas uma maneira diferente de ver o mundo, com jeito único de ser.”

O CLOSED CAPTION AUXILIANDO NA INCLUSÃO DE ALUNOS SURDOS Por WELLINGTON MOREIRA PEREIRA – RU 1741455 Polo SÃO LUÍS-MA Em 15/09/2017 ...