domingo, 10 de setembro de 2017

Uma Ferramenta que veio somar na Educação Inclusiva.



Uma Ferramenta que veio somar na Educação  Inclusiva.

 Maria Amélia Moura Dos Santos     
RU 1752269 Polo PAP São Luís MA
Data 06/09/2017


Fonte: abraceesperanca.com.br



O tablete é uma ferramenta onde as operações são realizadas utilizando   o toque dos dedos na tela ,possuem um sistema  touch  que permite acesso rápido, imediatamente surge algum movimento o que faz o aluno permanecer atento e envolvido com o objeto ajudando no desenvolvimento da escrita ,leitura,  e comunicação e a facilitação do poder de concentração .Visto que o autismo é um distúrbio neurológico que afeta o modo como as  pessoas se comunicam, as crianças autista processam  de forma fácil a informações visuais do que informações auditiva. Essa ferramenta é uma das tecnologias mais recentes que surge para melhorar a comunicação dos autistas, através do aplicativo livox disponível em tablete com sistema android disponibilizando um teclado virtual inteligente que facilita  a alfabetização na língua portuguesa e matemática .Esse aplicativo é usado na tecnologia assistiva  utilizada como instrumento de acessibilidade e inclusão capaz de atender alunos portadores de autismo.

Na organização dos trabalhos pedagógicos surgem possibilidades com uso do tablete de acordo com os conteúdos abordados em sala de aula, sendo eficaz no desenvolvimento de habilidades que promovam o processo de ensino e aprendizagem desses alunos. No Brasil as escolas inclusas principalmente as de rede particular usam essa ferramenta ajudando os alunos  na aprendizagem dos conteúdos nas disciplinas da Base Nacional e das partes diversificadas .Os Professores da Escola Bezerra De Menezes em Curitiba  no estado do Paraná utilizam essa ferramenta na disciplina de Matemática através do aplicativo livox com aluno na faixa etária de 6 a 10 anos de acordo com o depoimento da Professora Sheila Dantas  os alunos conseguem avançar na organização  de numerais ,quantidades, formas geométricas principalmente com diversão  e alegria, ajudando essas crianças com deficiência portadoras  de autismo. ..
De acordo com alguns Educadores Há vantagens com o uso da tecnologia assistiva  pois traz ferramentas que são eficazes no  desenvolvimento de crianças com autismo inseridas em classe regular ao processo de ensino aprendizagem com resultados  significativos ,ainda sim ocorre desvantagens pois em escolas públicas o tablete ainda é um recurso de alto custo visto que a inclusão envolve políticas que vai além das práticas, pois não há ferramenta milagrosa no processo ensino aprendizagem e sozinho  não faz mágica é preciso está sob orientação do professor ou seja de toda comunidade Escolar e do poder Público.  


 

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Educação inclusiva: desafios e possibilidades

       Educação Inclusiva: desafios e possibilidades – O processo de ensino e aprendizagem das crianças com Transtornos de Desenvolvimento.

Por: Carla Maria Martins Duarte
RU: 1280159 -  Licenciatura   em Letras
Polo – PAP São Luís/ MA
Data 08/09/2017


 

 

                                   
fonte: Psiquê Espaço Kids Apoio Pedagógico 



  A educação inclusiva não implica somente em aceitar a matrícula do educando no sistema de ensino, portanto diz respeito a um sistema educacional que respeite, aceite e possibilite o acesso e a permanência de todas as pessoas, garantindo-lhes escolarização com competência e qualidade.  Vive-se um momento histórico muito importante. No mundo inteiro, vem acontecendo uma série de discussões a respeito da diversidade humana, contudo não é de hoje que isso acontece. Em 1994, teve a Declaração de Salamanca, na Espanha, com objetivo de oferecer inclusão social, nos sistemas educacionais, documento elaborado na Conferência Mundial sobre Educação especial, logo em seguida, no ano de 1996, entrou em vigou a Lei nº 9 394 que é a lei de Diretrizes e Base da Educação (LDB), que contém um capítulo específico para a educação especial, pois nela, estão assegurados os direitos de acesso e flexibilidade curricular, terminalidade específica, aceleração e atendimento especializado ao aluno com necessidades especiais.

O enfoque da reportagem é mostrar que crianças com transtornos e déficits de aprendizagem estão usando vários aplicativos como ferramenta de ensino aprendizagem.  Um dos aplicativos utilizado é o ABC autismo, desenvolvido por alunos e colaboradores (Ezequiel Batista, Leandro Wanderley, Wellison Sousa e Marcos Reis) do grupo de pesquisa liderado pela Dra. Mônica Ximenes, da coordenadoria de informática do IFAL – Campus de Maceió, em parceria com a AMA – AL, pois o aplicativo ajuda as crianças e adolescentes com dificuldades no processo de aprendizagem, portanto ele tem uma metodologia diferenciada e específica para auxiliar na alfabetização dessas crianças.

O funcionamento do aplicativo é baseado no programa de tratamento e educação para autista e crianças com déficits de comunicação, o Teach, foi criado em 1964 na Universidade da Carolina do Norte (EUA), para auxiliar no processo de alfabetização de crianças com autismo, neuropatia, TDAH e síndrome de Dwon. Para ganhar a atenção das crianças o aplicativo interage com níveis divertidos, dessa forma, em seus dois primeiros níveis, começam aprendendo habilidades como discriminação e transposição. Do terceiro nível ao quarto, o jogo começa a ficar mais complexo, sendo que o último nível está plenamente de acordo com o Teach, abordando o letramento, no qual é ensinado a repetição de sílabas, conhecimento de vogais e formação de palavras.

Em virtudes dos fatos mencionados, a psicopedagoga Suellen Barroso Macedo, e também especialista em neurociência, já faz uso desse aplicativo em suas turmas, com crianças de 0 a 12  anos, no Psiqué Espaço Kids Apoio Pedagógico, localizado  na rua 57, casa nº 2 , quadra 47 no Vinhais, em São Luís do Maranhão. Atendimento especializado por turmas, usa-se de tabletes, data show, smartphone no desenvolvimento das atividades. Vários são os instrumentos que podem ser utilizados para alunos com transtornos e déficits reais, têm limitações para aprender alguns conteúdos e precisam de metodologias diferenciadas.

Segundo a psicopedagoga Suellen, autistas precisam de rotina rígida, criança com síndrome de Dwom precisam de repetição e crianças com TDAH precisam de olhar fixo. Cada educando tem suas necessidades específicas, assim não cabe mais na sala de aula do século XXI, uma metodologia pautada na homogeneidade. É preciso diversificar os momentos e as atividades por meio de estratégias de trabalho mais participativas, por meio de ambiente colaborativos de aprendizagem.








quarta-feira, 6 de setembro de 2017

ACESSIBILIDADE ONLINE E A LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS


                              
ACESSIBILIDADE ONLINE E A LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS: PRODEAF E A INCLUSÃO DE DEFICIENTES AUDITIVOS
Por (Andréa Luísa Frazão Silva- RU 150343 e Fernanda Raquel Rodrigues de Andrade – RU 1775893)
Polo – PAP São Luís
Data (28/08/2017)

 
Fonte: http://prodeaf.net/

Acessibilidade é a melhor forma de propiciar inclusão a todos aqueles que estiveram, durante muito tempo, excluídos em decorrência de alguma deficiência, assegurando a igualdade de oportunidades nas esferas da educação, no trabalho, lazer, cultura, esportes, informação e internet. O acesso à rede global que conecta pessoas do mundo inteiro criando e reinventando conexões, interações com novas formas de comunicação e educação se coloca enquanto ferramenta de acessibilidade disponibilizando instrumentos como sites, softwares e aplicativos, disponíveis na internet para que pessoas com deficiência possam se comunicar de forma plena, podendo manter suas atividades sociais e cotidianas usando as tecnologias digitais.

Sobre acessibilidade das pessoas surdas temos a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002 — Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, o Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 — Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000 que garantiram importantes conquistas, inclusive o acesso à educação e a criação de cursos a nível superior. Fazendo um breve resumo da trajetória da Libras no Brasil, observamos que ela teve como precursor o professor francês Eduard Huet, que era surdo e é considerado o responsável pela propagação da língua de sinais. Fundou em 1857 no Rio de Janeiro, o Imperial Instituto de Surdos-mudos, chamado atualmente de Instituto Nacional de Educação dos Surdos-INES.

Segundo o censo demográfico de 2010 do IBGE, 23,9% da população brasileira apresenta alguma deficiência, sendo que 5.1% são deficientes auditivos. Diante de números tão significativos e das inúmeras tecnologias existentes, é cada dia mais necessária a utilização dessas novas tecnologias para garantir acesso a todos, pois acessibilidade é também inclusão social e está ligada diretamente a essas novas tecnologias, no qual o ciberespaço da internet é utilizado como fonte de informação e aprendizado, espaço de comunicação, organização e socialização das pessoas,inclusive as surdas.
 
Destacamos o ProDeaf, desenvolvido na Universidade Federal de Pernambuco por alunos do curso de ciência da computação, visando que pessoas surdas e ouvintes pudessem acessar e se comunicar através de um aplicativo criado com o intuito de sanar um problema percebido em sala de aula com os deficientes auditivos, que é a comunicação. Os alunos da referida universidade produziram os aplicativos WebLibras, ProDeaf Web e ProDeaf Móvel, que atendem a diferentes necessidades. O Web Libras é um produto adquirido através da compra de pacotes, e o site traduzido é para LIBRAS. O ProDeaf Web- dicionário disponibilizado gratuitamente (português-Libras) que permite o aprendizado de Libras, com a criação de novos sinais e correções. E o aplicativo ProDeaf Móvel é um dicionário para smartphones e tablets, com opção de reconhecimento de fala.


A professora Ana Lua faz uso dessa ferramenta em uma turma 9º ano na Escola Municipal de Ensino Fundamental Júlio Magalhães, buscando apresentar um processo inclusivo, trabalhando com a disciplina biologia, demonstrando a importância do uso da tecnologia digital como um recurso para alunos surdos por meio da tradução em LIBRAS dos textos de língua portuguesa, aprimorando o trabalho em sala de aula com educação inclusiva por meio de um processo intercedido pelo docente no orbe digital.

Sua sala dispõe de 25 alunos, dentre estes 4 são surdos. Inicia sua atividade ressaltando a importância das tecnologias de informação e comunicação (TICs) e Prodeaf. A professora e os alunos usam celulares (smartphones) durante as aulas. Inicialmente, ela explica aos alunos como se usa a tecnologia (Prodeaf), em seguida trabalha os conteúdos da disciplina, citando os conceitos básicos da biologia, proporcionando a compreensão entre a interpretação por meio da leitura e do estudo biologia.  Destaca que a experiência propiciou uma aproximação e melhor comunicação entre alunos ouvintes e surdos, pois facilita a tradução de texto e voz de português para Libras, além de uma maior participação e contribuições por parte dos alunos durante as aulas. Promovendo, ainda o conhecimento de outros comandos que ainda eram desconhecidos para eles na língua brasileira de sinais (LIBRAS) e melhorando a comunicação com os demais colegas, familiares e amigos.


No desenvolvimento das atividades utilizando o ProDeaf os comandos ajudaram os alunos a compreenderem o conteúdo, representando a partir da tradução da língua portuguesa para LIBRAS os comandos para entendimento dos esquemas sobre Noções Básicas de hereditariedade neste caso Xadrez Mendeliano, a professora Ana reitera que “este objeto de aprendizagem permite aos alunos a acessibilidade, gerando possibilidades de uma aprendizagem construtivista”. A partir dessa experiência, observa-se o quanto é importante e imprescindível a acessibilidade de pessoas surdas a educação, onde todos possam compartilhar saberes e conhecimentos e o respeito às diferenças e a inclusão. O ProDeaf está disponível para Android, IOS, Windows phone, tradução da língua portuguesa para libras a partir da entrada de texto\voz e dicionário de sinais. 

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

A INCLUSÃO ATRAVÉS DA TECNOLOGIA



A INCLUSÃO ATRAVÉS DA TECNOLOGIA.
Por (Gleiciane Ferreira Bastos, RU 1249973)
Polo – PAP – SÃO LUIS/ MA
Data (28/08/2017)






 
Fonte: http://wp.radioshiga.com/wp-content/uploads/2015/11/autismo-1024.jpg

O aplicativo ABC Autismo  auxilia muitas crianças e adolescentes autistas com dificuldade no processo de aprendizagem. A ferramenta desenvolvida por pesquisadores do Instituto Federal de Alagoas (Ifal).
O aplicativo adota as premissas do programa Tratamento e Educação para Autistas e Crianças com Déficits relacionados com a Comunicação (Teacch), criado em 1964, na Universidade da Carolina do Norte (EUA), por ele ser um programa mundialmente utilizado para auxiliar no processo de alfabetização de crianças com o transtorno de desenvolvimento.
Coordenadora do projeto que desenvolveu o aplicativo, Mônica Ximenes explicou que a estrutura do ABC Autismo é baseada em quatro níveis de dificuldade, assim como o programa Teacch. “Os dois primeiros níveis são com habilidades concretas, mas como a gente não podia transpor essas atividades concretas para um aplicativo, a gente pegou atividades dos níveis 3 e 4 do Teacch e transformou em quatro níveis de complexidade no aplicativo.” visam de uma forma adaptada ensinar noções básicas relacionadas à alfabetização.
O programa TEACCH trabalha essencialmente com a estruturação do tempo, atividades, materiais e ambientes utilizados pela criança visando compensar os déficits característicos do espectro do autismo e proporcionar ganhos significativos para o convívio social.
 As atividades propostas pelo programa acompanham o nível de desenvolvimento da cada criança autista, devendo ser executadas mediante a transposição de elementos do lado esquerdo, denominado área de armazenamento, para o lado direito da tela, denominado área de execução. O programa também recomenda que cada atividade da sequência seja repetida com a criança até que ela internalize efetivamente as características que a mesma trabalha.
 A escola Invictus Educacional de São Luís do Maranhão adaptou o processo de ensino por meio da confecção de atividades manuais de acordo com o nível cognitivo de cada indivíduo, de forma alinhada com o que propõe o Programa TEACCH, acaba por exigir esforços significativos relacionados aos custos envolvidos com a aquisição, adaptação de materiais para criação das tarefas, além do tempo dedicado ao processo que poderia ser mais bem aproveitado para o acompanhamento do tratamento na escola, tendo mais o foco a ser trabalho com eles a matéria de linguagem na educação infantil, onde possam se tornar independente para que se comunique e tenha uma vida social como as outras crianças da mesma idade.
O aplicativo é utilizado no sistema android nos idiomas inglês, português e espanhol, ele é uma ferramenta que pode ajudar o ensino de crianças sem exceção.
É uma ferramenta que juntamente com outros materiais utilizado pelo professor de forma lúdica para que a criança aprenda com facilidade sendo aquelas crianças que tenha ou não o autismo nas seguintes faixas etárias de 4 a 5 anos de idade.
Os objetivos assim atingidos com o aplicativo é fazer com a criança se sinta inclusa na escola e na sociedade fazer com os pais possam também entender as necessidades especificas do seu filho com deficiência, nesse processo inovador de trabalhar com as crianças fazem com que o não autista entenda e compreendam as dificuldades do próximo igualmente dando atenção necessária para aqueles que precisam.
Cientes de que a tecnologia tem se mostrado benéfica em muitos setores, inclusive na saúde e educação, uma vez que propicia a automatização de diversas tarefas e facilita a contabilização de resultados provenientes dos tratamentos, acredita-se que a utilização de recursos computacionais venha a gerar impactos positivos no tratamento das pessoas com autismo, uma vez que ela possui caráter cada vez mais ubíquo no dia-a-dia da sociedade.
Com isso as vantagens desse aplicativo que proporciona a escrita oral, ajuda eles se expressarem e associarem imagem ao seu nome de origem, coordenação motora, forma geométricas trabalhando também as vogais, alfabeto e as silabas mais o aplicativo ainda não foi avançado além dos 4 níveis entre outras matérias entre imagens de atividades cotidianas que eles queiram realizar.
Desde modo surgiu o aplicativo móvel ABC Autismo, que automatiza o processo de elaboração de atividades educacionais, utilizando as premissas do Programa TEACCH, com interfaces amigáveis e autoexplicativas, como requer uma ferramenta para este público alvo. Para inserção dele na sociedade assim não inclusiva.

“Autismo é apenas uma maneira diferente de ver o mundo, com jeito único de ser.”

ALUNOS DEFICIENTES ESTUDAM UTILIZANDO NOVAS TECNOLOGIAS


ALUNOS DEFICIENTES ESTUDAM UTILIZANDO NOVAS TECNOLOGIAS
Por: Noeme Barros da Silva de Souza – RU1221905
Polo – São Luís/MA.
Data (01/09/2017)

 FONTE: G1

Nova tecnologia ajuda deficientes auditivos a usar o computador, Um programa de computador traduz textos para a linguagem dos sinais, usada por deficientes auditivos.

A Escola Nossa Senhora Bertilha na cidade de Urbano Santos, esta disponibilizando pela primeira vez para seus alunos um programa desenvolvido pela Universidade de Campinas, ou seja, um programa de computador que traduz textos para a linguagem dos sinais, usada por deficientes auditivos.
A apresentação em livras da figura humana que podemos intitular de “avatar” representada no computador chama-se Alícia, que é uma interprete virtual.
A cada texto digitado pela pesquisadora em português, faz a tradução para libras, a língua dos deficientes auditivos.
O programa desenvolvido pelo Departamento de Computação da Universidade de Campinas permite aos alunos em sala de sala reconhecer todas as letras do nosso alfabeto. E a partir daí traduzir os textos digitados.
A nova tecnologia foi inspirada no trabalho das intérpretes de libras que aparecem no início dos programas de televisão.
A novidade que é o grande diferencial do nosso sistema é que não tem nada pré-gravado. Observou qual era a configuração da mão de cada sinal, como que as juntas da mão, do corpo se movimentavam para realizar essa articulação. Tudo isso foi descrito em um texto e gerado então a animação a partir desse texto”, explica Wanessa Machado Amaral, engenheira de computação.
 “Nós temos a perspectiva de que no futuro essa tecnologia pode trabalhar em conjunto com o close caption, que nós temos hoje nos televisores, que é aquela legenda embaixo da programação”, diz a engenheira.
O Brasil tem hoje quase 6 milhões de pessoas com deficiência auditiva, o equivalente a população de Goiás.
O resultado que os alunos após conhecer a novidade, não tiveram dificuldades para a compreensão.
Importante destacar que outros países já desenvolveram programas semelhantes. Mas no Brasil somente foi desenvolvido e introduzido nas escolas apenas com experiência  em 2012, esse é o primeiro no Brasil na língua de sinais. No futuro, o Avatar pode traduzir todo o conteúdo de internet.
O próximo passo da pesquisa é fazer o Avatar se comunicar com os seres humanos para prestação de serviços.
“A pessoa pode pedir informação num pronto socorro, numa repartição pública, eventualmente até num aeroporto, para que ela possa, ela pessoa surda, gesticular, fazer a pergunta, o sistema capturar, interpretar e responder através do Avatar”, diz o orientador da pesquisa da Unicamp, José Mário de Martino.

O CLOSED CAPTION AUXILIANDO NA INCLUSÃO DE ALUNOS SURDOS Por WELLINGTON MOREIRA PEREIRA – RU 1741455 Polo SÃO LUÍS-MA Em 15/09/2017 ...